segunda-feira, 4 de julho de 2011

Dia qualquer

É noite… Retido em minha casa espero pela madrugada

Na fila dos pensamentos, ideias vazias

Ouço os barulhos da cidade que insiste em não calar

Animais, frio, brinquedos, notícias, acessórios e movimentos

Acompanhado da presença solitária

Desejando o não querer, buscando  doloridos confortos

Penso calado, palavras sem voz no grito infinito do zumbido

Verdades que me faltam, verdades que me enchem

Presença que falta, presença que transborda

Igualdade que atrapalha, oferecimento divino com uma pitada de malíicia

Ondas de êxtase, gozo de maravilhas… Apenas vontades, desejos

Súplica, receio, oportunidade, oportunismo

Eu ou eu?

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